Mais uma vez atacam a UERN, mais uma vez resistiremos!

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Não tenho nenhuma dúvida, caso a UERN continuasse nas mãos dessas famigeradas castas, servindo de joelhos aos seus interesses, sendo usada aberta e descaradamente como cabide de empregos ou como cabo eleitoral, não lhe faltaria recursos, tal qual como se comporta docement algumas cantinas de ensino superior privada, sustentadas por fartos recursos públicos, sem nenhum controle da sociedade;

Tem sido assim, desde a última quadra da década de 1980, quando a comunidade uerniana, ombrada com a sociedade civil mossoroense e da região oeste, ousaram enfrentar as castas familiares que lhe aprisionava e a libertou-a, tornando-a uma universidade pública;

Desde então, as castas, os serviçais e venais – transvestidos de blogueiros /as – das velhas e atrasadas oligarquias, sempre que lhes surgem uma oportunidade, levantam-se contra a UERN, mas como seus antecessores, eles passarão, a UERN passarinho;

Agora, mais um descendente dessas decadentes castas, Robinson Faria, aconselhados por seus técnico e por opção própria, optou por descumprir o acordo, o enfrentamento e a atacar a UERN;

A UERN, como bem disse um colega nosso, é um oásis neste nosso semiárido, e como tal, a promessa e a concretização dos sonhos da nossa brava juventude;

A UERN, como diria o poeta, é as águas de março, é a promessa de vida no nosso sertão, é o início de uma jornada libertadora, responsável pela libertação de milhares de famílias do jugo dessas castas, isso não tem preço;

São milhares de profissionais “filhos” da UERN prestando memoráveis e inestimáveis serviços – nas mais diversas áreas do conhecimento – a nossa gente, não só a nossa região, mas espalhados por todo esse imenso país;

Cada centavo ou milhões destinados a UERN, para os mais diversos fins: construção de obras, compras de bens e serviços, pagamentos de seu corpo funcional, política de assistência aos estudantes, contribuindo para aqueles com maiores dificuldades financeiras, filhos de nossa “gente humilde”, possam ter direito ao ensino superior, são investimentos feitos a nossa cidade, região, Estado e país;

As suas pesquisas, seus projetos de extensão e o seu ensino contribuem para conhecermos melhor as nossas potencialidades e possibilitam aos gestores públicos e privados planejar políticas (públicas), respondendo aos desafios contemporâneos;

Isso tudo gera conhecimento, renda, emprego, alimenta – e como alimenta – a economia de cada cidade onde está presente, por extensão a do Estado, aumenta o capital social dessas comunidades, alimenta os cuidados/zelo com a coisa pública;

Ao contrário do que se propala, o orçamento da UERN para este ano é menor – orçamento UERN x Orçamento Geral do Estado – que anos anteriores, mas mesmo assim, o que foi aprovado pela Assembléia Legislativa – segundo o Reitor -contempla o conjunto das pautas dos segmentos docentes, técnicos e estudantes, fruto do acordo feito – ainda – no ano passado;

Neste sentido, se o impacto do acordo, não compromete o famigerado limite prudencial e se o orçamento foi aprovado pela Assembléia -tem respaldo legal – cabe ao Reitor, convocar as entidades representativas dos docentes, técnicos e estudantes e assumir o cumprimento do acordo, resgatando o seu compromisso público de cumprir o acordo, até 2018, conforme pregava.

‪#‎SeRobinsonNãoCumprirReitorCumprirá‬!

Texto do Professor Neto Vale